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QUADRO DECORATIVO RÉPLICA COLT 1911

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Descrição do produto

QUADRO DECORATIVO RÉPLICA COLT 1911

Arma meia face confeccionada em resina e pintada à mão, emoldurada em sofistica moldura de madeira, recoberto com fundo de juta arraiolo rústica, sendo este material o mesmo usado nas trincheiras da segunda guerra, os dados informando o modelo da arma estão descritos em uma plaqueta metálica de inox (“dog tag”); sua gravação é feita em uma máquina original utilizada pelo exercito americano, com gancho para pendurar.

Peça com acabamento realista (escala 1/1).  Arma histórica utilizada durante a segunda guerra.

O Resultado é um trabalho sofisticado, de excelente qualidade e muito bom gosto.

Lindo presente e peça para decoração, coleção e amantes de armas.

 

MEDIDAS: 28,5 X 23,5CM.

 

INFORMAÇÕES SOBRE A PLAQUETA METÁLICA (“DOG TAG”):

Esta plaqueta de informações (por vezes designada "dog tag", nome em inglês) é o nome informal para as plaquetas de identificação usadas por militares.  Um soldado geralmente possui duas chapas de identificação, ambas são idênticas, em caso de morte do soldado, uma fica com o corpo e a outra com o oficial, este por sua vez fica encarregado de entregar ao ministério de guerra junto com os documentos do soldado (e também a carta para a família dizendo que ele era soldado e morreu heroicamente)

Numa Dog Tag está contido o tipo sanguíneo e histórico de tratamentos usando substâncias químicas (através de vacinas e afins). 

 As informações contidas numa "dog tag" são as seguintes: a sua patente, classe, tipo sanguíneo, nome e vacinas tomadas (em alguns caso é adicionado uma 3° chapa de cor vermelha caso este soldado precise de uma atenção especial).


Origem 

A ideia de não ser apenas mais um soldado morto e ser jogado em uma vala. A primeira forma de "dog tag" veio na guerra de secessão (guerra civil norte americana) onde os homens costuravam seus nomes nos uniformes.

Naquela época a maneira de identificação ficava por conta de cada soldado, alguns faziam um colar com um pedaço de madeira escrito o nome de solteiro, outros escreviam em papel, mas a maioria costurava na parte interior de seus uniformes o nome.

A coisa se popularizou mesmo quando o regimento de George Gordon Meade’s costurou em seus uniformes o nome dos respectivos soldados e a companhia pertencente, que após uma batalha conseguia distinguir os corpos indigentes dos da companhia de Meade’s.

A primeira requisição de “dog tag” oficial foi feita em 1899 que ficou a cargo do capelão Charles C. Pierce o qual criou nas Filipinas o Departamento de Identificação Filipino, este também forçou a entrada das “dog tag” no kit militar básico.

O modelo da “dog tag” que conhecemos hoje ficou famoso graças a segunda guerra mundial e a guerra do Vietnam, este que você usa no battlefield é o modelo americano, pois as chapas de identificação pode variar de país para país.

A nomenclatura oficial do Exército americano para “dog tag” é "etiqueta, identidade pessoal". Parece que ninguém conhece a origem do termo "dog tag", mas muitos dos que combateram na Segunda Guerra falam que eles eram tratados como cachorros.

As primeiras identificações eram compradas de comerciantes e joalheiros. Não havia nenhuma regulamentação sobre tamanho, e como usá-los.

 


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